segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aos Bagunceiros... "Saudade a luz que sobra da pessoa..."...

CARLÃO - CLEIMAR - FLOR...

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Hoje, mais do que todos os outros dias
acordei com muuutita saudade de todos vocês...
e das conversas, da bagunça, da "presença" virtual,
dos papos... De tudo...

Para quem me conhece sabe que não é
preciso ser uma data especial para se fazer uma
homenagem ou uma declaração do que sinto...
portanto o desejo de Feliz Natal
é só uma coincidência imagística... rsrs

Estou com Saudades... Daquelas
Que fazem apertar o peito... Transbordar os olhos...
e doer a alma... a cada dia e todos os dias...
não me esqueço e não me esquecerei nunca...
Do Bagun e dos Bagunceiros...

Da esperteza e meiguice da Nanda
Da trilha sonora de primeira da Juh
Da força e do afago do Carlão
Da alegria e descontração da Aninha
Das tiradas bem humoradas e inteligentes da Rag
Do carinho da Cleimar
Dos comentários sobre os filmes e novelas da Flávia
Das notícias e das excêntricidades do mundo artístico da Kika
Das "provocações" de Jorge
Das aparições carinhosas em flash da Guga
Da garra da Francineide
Da autenticidade da Flor
E do humor inesquecível, da inteligência e sagacidade -
inigualável - de Jairo, impossível de se definir em uma só frase!

Eu admiro muito cada um de vocês. Fizeram parte da minha vida,
dos meus dias, tardes e noites... Durante um tempo delicioso...
Me diverti, ri, chorei, emocionei, surtei, brinquei, me excedi,
tive acessos e arroubos mil de emoções várias
boas e ruins como é próprio de seres humanos imperfeitos,
enfim... fui eu mesma, passional, chata e exagerada, mas...
vivi vocês... Usufrui... aproveitei...
enquanto pude, enquanto foi possível!
Era uma necessidade e um frisson de quem sabia
que um dia as estradas se separariam
processo natural das existências...
Aprendi muito com todos, ficou muito de vocês em mim!
E, com certeza, posso dizer, isso me ajuda a ser uma pessoa
melhor para quem partilha da minha convivência hoje...

Amigos antigos, e novos "personagens" que
presentemente estão no palco
da minha vida, que hora contracenam
minha biografia e minha história tresloucada,
tumultuada, mas absolutamente intensa e original...
Certamente eles me têm melhor do que vocês me tiveram!

Foram, em tempos de bagun, páginas inesquecíveis
e posso afirmar que por mais que eu queira, insubstituíveis...
Como o Bagun e os bagunceiros... Para mim, nunca mais...

Mas... Como inexorávelmente a vida continua
e quase nada é capaz de deter seu curso... Sigo...
Tentando imprimir, agora, nas páginas em branco
que me ainda me resta preencher (.. .~.) rsrs,
um pouco das nossas trocas, do muito que fomos nós...

Desejo que essa energia do meu carinho possa chegar até vocês, hoje,
mais do que nos outros dias que eu sempre peço a Deus
que lhes envie tudo que há de melhor nesse mundo,
Espero, de coração, que TODOS, cada UM de vocês,
em seus caminhos, estejam bem, com saúde e buscando
realizar projetos e fazendo a diferença onde estiverem
como sei que é da capacidade de cada um e de todos vocês...

Ofereço-lhes além de uma rosa,
que foi me avatar na maior parte do tempo pela net,
milhares de flores e perfumes mil
e um grande beijo no coração de cada um de vocês

Bagunceiros... da,
eternamente para vocês:

Fabi Cris
12/12/2011

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Lasgo - Something (Hold me In Your Arms)


Eu gosto de errar.
Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles.
O certinho me causa desconfiança. Antipatizo com o correto.
Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea...

Esperar não é para mim...
Produzo teorias que não servirão para nada.
Invento palavras que não existem,
faço meu próprio dicionário.
Crio definições que só eu uso e, ainda por cima,
me mato de rir.

Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea...
O que presta é o que me interessa.

O que eu quero, agarro.
O que eu desejo, abraço.
O que eu sonho, desenho.
O que eu imagino, escrevo.
O que eu sinto, escondo...

A perfeição está no meu humor.
Está na minha emoção.
Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos...

Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras!

Me conheça.
Me decifre.
Me ame.
Me devore...

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Por Clarissa Corrêa

domingo, 11 de dezembro de 2011

Zélia Duncan... Felicidade!


Não sei porque que tô tão feliz!
Não há motivo algum para ter tanta felicidade...
Não sei o que que foi que eu fiz, se fui perdendo o senso de realidade...
um sentimento indefinido foi me tomando ao cair da tarde
e infelizmente era a felicidade! Claro que é muito gosto, claro!
Mas claro que eu não acredito...
Felicidade assim sem mais nem menos é muito esquisito...

Não sei porque que tô tão feliz! Preciso sair do barato, refletir um pouco...
Não posso continuar assim feliz como se fosse um sentimento inato
Sem ter ao menos motivo, sem uma razão de fato...
Ser feliz assim é meio chato!

E as coisas nem vão muito bem eu perdi o dinheiro que eu tinha guardado
E pra completar, depois disso, eu fui despedido tô desempregado
amor que sempre foi o meu forte, não tenho tido muita sorte
Estou sozinho sem saída, sem dinheiro e sem comida e feliz da vida!

Não sei porque que eu tô tão feliz, vai ver que é pra esconder no fundo
uma infelicidade... pensei que fosse por aí e fiz todas terapias que existem na cidade
A conclusão veio depressa e sem nenhuma novidade, o meu problema era...
a felicidade!
Não fiquei desesperado, não! Fui até bem razoável...
Felicidade quando é no começo ainda é controlável

Não sei o que é que foi que eu fiz pra merecer estar radiante de felicidade
mais fácil ver o que eu não fiz... fiz muito pouca coisa aqui pra minha idade
Não me dediquei a nada, tudo eu fiz pela metade, porque então tanta felicidade?

E dizem que eu só penso em mim, que eu sou muito centrado que eu sou egoísta
Tem gente que põe meus defeitos em ordem alfabética e faz uma lista
por isto não se justifica tanto previlégio de felicidade
Independente dos deslizes, dentre todos os felizes sou o mais feliz

Não sei por que eu tô tão feliz
E já nem sei se é necessário ter algum bom motivo
A busca por uma razão me deu dor de cabeça, acabou comigo
Enfim eu já tentei de tudo
Enfim eu quis ser conseqüente
Mas desisti vou ser feliz pra sempre

Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço!!!

Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço!!!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Charles Chaplin


Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha
é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra
Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha
e não nos deixa só,
Porque deixa um pouco de si e leva um pouco de nós
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova
de que as pessoas não se encontram por acaso

Charles Chaplin

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Música: Flores ... Zélia Duncan

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Gibran...



Os que o amor não dotou com asas, não podem voar para além das nuvens e ver aquele mundo mágico que minha alma e a alma de "Selma" percorreram naquela hora.
O homem, embora nasça livre, permanecerá escravo das leis desumanas legadas por seus antepassados, pois o destino, que imaginamos um segredo superior, nada mais é do que a aberração de submetermos nosso dia de hoje aos decretos de nosso ontem, e o dia de amanhã
aos decretos de hoje.
O amor é a única liberdade nesse mundo, porque eleva a alma a alturas além das leis e tradições dos homens e das necessidades e imposições da natureza.

KHALIL GIBRAN
Do livro: Asas Partidas

domingo, 4 de dezembro de 2011

De viagem...


Há algum tempo estou assim... Vagueando...

Como Ícaro ignorando os conselhos de Dédalo,
alcei meu vôo encantada pela luz do sol
em busca de um sonho, não me detive...
Mesmo que minhas asas, agora, derretam-se
rendendo-me às ceras da ilusão,
Mesmo assim, não me deterei...
A conquista do sonho merece o meu sacrifício
e jamais navegarei nas águas revoltas do arrependimento...
prefiro flutuar no perfume da brisa que sopra do mar da realização!

Essa manhã acordei decidida...
Fechei, por hora, minha caixinha de tesouros,
aqueles que acalentam meu coração
quando ele se enche de saudades...

Abro mão da viagem ao passado,
estou de malas prontas para embarcar!
Mas, agora, acompanhada da esperança...
porque de minha janela
já consigo avistar um aceno da felicidade que me sorri!

De que vale viver se não nos lançamos de corpo e alma
às aventuras e oportunidades da vida?

Não quero viver de acariciar minhas cicatrizes,
nem de cultuar minhas lembranças...
Ou mesmo me definhar em saudades!

Do que preciso é... de presença... E do hoje que me aguarda...
Descansar minha cabeça nos ombros da
presença da paz! Despedir-me das tormentas...

Peço então, licença às lágrimas e à tristeza,
ofereço um abraço de adeus à solidão.
Vou deixá-las... Partirei sim...
E de mãos dadas com a alegria dos sorrisos,
pés na estrada e passos firmes vou de encontro a felicidade
ela é uma condutora impaciente que me aguarda com ansiedade...
Sabe-se lá quando passará novamente...
Não posso correr o risco de ficar...

O tempo é um sujeito bem ambíguo
vive junto dessa tal felicidade e
vivem pregando peças
às gentes de toda parte...

No meu caso há que se dizer que existe em mim uma mulher
presa no tempo da idéia de ser menina
Um coração preso no tempo que me rouba a chance de amar
Numa prisão que anseia um tempo de voar
nas asas de um sonho de felicidade, feito você que me fascina!!!

Denise Cristina Nogueira
04/12/2011

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Música: Felicidade - Zélia Duncan

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fernando Sabino... "De tudo ficaram três coisas..."

De tudo ficaram três coisas:
A certeza de que estamos começando,
A certeza de que é preciso continuar e
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo,
Da queda um passo de dança,
Do medo uma escola,
Do sonho uma ponte,
Da procura um encontro,
E assim terá valido a pena existir!

Do Livro "Encontros Marcados"... Fernando Sabino

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Luiz Fernando Emediato - "Entre a Loucura e o Sonho"...

Do outro lado da montanha, um mundo cheio de esperança, sonhos, ilusões

"Entre nós e o mundo erguia-se, imponente e bela, a montanha, a serra azul, a inatingível ponte para o delírio, a miragem, o sonho. Naquele tempo Bocaiúva era apenas um triste lugarejo perdido no meio de um vale, que o Brasil mais tarde veio a conhecer como o Vale da Morte, o incrível lugar onde as crianças morriam de sarampo e fome, enquanto seus pais revolviam os montes na inútil busca de prata, diamante e ouro.

A cidade tinha poucas ruas, e em 1962, 24 anos passados, o cavalo ainda era o mais eficiente meio de transporte, mais rápido e seguro que os inconstantes trens da Central do Brasil, que passavam apitando, na direção do Sul, cheios de baianos, viajantes, bois. Da rua principal desta cidade via-se então a montanha com uma cruz no alto, aquela montanha em cujo cimo o avô do menino pediu para ser enterrado e até hoje não lhe fizeram a vontade.

O menino gostava de ler, mas na cidade não havia livros. Ele tinha 11 anos, talvez 10, e na sua pobre escola havia uma caixa com seis livros estraçalhados e incompletos – um deles era Os Três Mosqueteiros, que o menino lera quatro vezes. As professoras desnutridas, com seus seios murchos e olhos fundos, olhavam desconsoladas para o menino, quem sabe até chorassem quando ele fazia perguntas que elas não podiam responder. A vida era então um lento e vago suceder de dias vazios e sem sentido, os cavalos passando na rua, os homens olhando-se nos olhos com ódio e inveja, as mulheres tristes andando atrás deles e o tempo escoando, escoando, igual para todos, para sempre igual. Na estação das chuvas as mariposas morriam estilhaçadas nas luzes dos postes, a água escorria vermelha pelas ruas descalçadas, as outras crianças corriam descarnadas atrás de seus frágeis barquinhos de papel. O menino olhava. Um dia disseram ao menino que do outro lado da montanha havia uma casa onde vivia um homem que gostava de livros. Os olhos do menino brilharam e todos os dias ele descia a rua olhando para a montanha lá longe, intransponível, soberba, azul e linda. O tempo passava, escorria entre os dedos como a água da fonte, e o menino sonhava com um baú cheio de histórias, mistérios, um mundo que ele precisava descobrir, se um dia tivesse coragem. Quando esse dia chegou, luminoso como se fosse o último dia de felicidade na face da terra, o menino considerou que no mundo não existiam mais barreiras e distâncias e desceu solenemente a rua, na direção da montanha. Cruzou o pátio de uma igreja que já não existe, olhou duramente o rosto enrugado de um padre, venceu um riacho, atravessou uma pastagem e embrenhou-se no mato, andando reto e firme na direção do seu destino.

Mas as distâncias existiam, assim como os insetos, o abismo e a sede. A natureza rugia em volta, espantando o menino com sua força. Mas ele insistiu e seguiu em frente, escalando as pedras, resvalando entre as árvores, arrastando-se, chorando de raiva e fúria, enquanto o suor se misturava à poeira de seu sonho e tentava transformá-lo em barro. Mas a fúria foi maior que a montanha, e um século depois ele descia os montes, cruzando novamente rios, tropeçando nas pedras, aquele menino frágil que já necessitava, quem sabe, de óculos. Ele já podia ver, lá embaixo, no fun, do do vale, a pequena casa do homem dos livros. Foi como se estivesse entrando no paraíso que ele empurrou lentamente a porta, viu o baú no fundo da sala, abriu-o e caiu prostrado diante do inestimável tesouro.

Sim, havia livros, milhares de livros, tesouros contando histórias de outros tesouros, ilhas, mulheres nuas, piratas, monstros e fadas, montanhas, crianças silenciosas viajando nas frágeis asas do sonho e da ilusão. Sim, ele tinha chegado. Precisava urgentemente fazer o caminho de volta, mas naquele momento raro entre a loucura e o sonho ele não pensava em mais nada. Não queria saber de voltar."

in A Grande Ilusão, Luiz Fernando Emediato...

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domingo, 27 de novembro de 2011

Manoel de Barros - Bernado


Bernardo...
já estava uma árvore quando eu o conheci.
Passarinhos já construíam casas
na palha do seu chapéu.
Brisas...
carregavam borboletas para o seu paletó.
E os cachorros usavam fazer de poste
as suas pernas.

Quando estávamos todos acostumados com aquele bernardo-árvore
ele bateu asas e avoou.
Virou passarinho.
Foi para o meio do cerrado ser um arãquã.

Pra compor o amanhecer

Brisas...
carregavam borboletas para o seu paletó.
E os cachorros usavam fazer de poste
as suas pernas.

Quando estávamos todos acostumados com aquele bernardo-árvore
ele bateu asas e avoou.
Virou passarinho.
Foi para o meio do cerrado ser um arãquã.

Pra compor o amanhecer

...

...

Sempre ele dizia que o seu maior sonho
era ser um arãquã para compor o amanhecer...

sábado, 26 de novembro de 2011

Alanis Morissete - Thank You


How 'bout getting off of these antibiotics?
How 'bout stopping eating when I'm full up?
How 'bout them transparent dangling carrots?
How 'bout that ever elusive kudo?

Thank you, India
Thank you, terror
Thank you, disillusionment
Thank you, frailty
Thank you, consequence
Thank you, thank you, silence

How 'bout me not blaming you for everything?
How 'bout me enjoying in a moment for once?
How 'bout how good it feels to finally forgive you?
How 'bout grieving it all one at a time?

Thank you, India
Thank you, terror
Thank you, disillusionment
Thank you, frailty
Thank you, consequence
Thank you, thank, you silence

The moment I let go of it was
The moment I got more than I could handle
The moment I jumped off of it was
The moment I touched down

How 'bout no longer being masochistic?
How 'bout remembering your divinity?
How 'bout unabashedly bawling your eyes out?
How 'bout not equating death with stopping?

Thank you, India
Thank you, providence
Thank you, disillusionment
Thank you, nothingness
Thank you, clarity
Thank you, thank you, silence

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Kikaaa!!! Parabéns!!! Feliz Niver!!!! 24/11/2011


Cortar o tempo...

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade de acreditar que
daqui pra diante vai ser diferente...

Carlos Drummond de Andrade

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KIKA
PARABÉNS!!!
Beijosss

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Ser Corinthiano(a)... hehe

"É DIFÍCIL EXPLICAR O QUE É SER CORINTHIANO...
MAS, COM CERTEZA, NÃO HÁ UM CORINTHIANO NO MUNDO
QUE NÃO ENTENDA!"...

Lindoooooo!!!!!

Louca por ti Corinthians!!!!
Na vitória ou na derrota...
Corinthiana eu sou...
Vamos lá timão... Vamos lá timão...
Não pára, não pára, não pára...
Vai pra cima timão...

RUMO AO PENTA... :D

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mário Quintana... O Que eu Não Quero!



Não quero alguém que morra de
amor por mim, só preciso de alguém
que vive por mim, que queira estar
junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame
como eu o amo, quero apenas que
me ame, não me importando com
que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas
as pessoas que gosto, gostem de mim
nem que eu faça a falta que elas me fazem.

O importante para mim é saber que eu,
em algum momento fui insubstituível.
E que esse momento será inesquecível.

Só quero que meu sentimento seja
valorizado, quero sempre poder ter
um sorriso estampado em meu rosto,
mesmo quando a situação não for
muito alegre.

E que esse sorriso consiga transmitir
paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar
alguém.

E poder ter a absoluta certeza de que esse
alguém também pensa em mim quando
fecha os olhos, que faço falta quando não
estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de
minhas renúncias e loucuras, alguém me
valoriza pelo que SOU, não pelo que tenho.

Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos que
a vida lhe proporciona, que dê valor ao que
realmente importa, que é meu sentimento
e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu
nunca mude, para que eu nunca cresça,
para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo,
mas se um dia isso acontecer,
quero ter forças suficientes
para mostrar a ele que o amor existe.

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e
que não existe vitória sem humildade e
paz, quero poder acreditar que mesmo
que hoje eu fracassar, amanhã será outro
dia, e se eu não desistir dos meus sonhos
e propósitos, talvez obterei êxito
e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser
abalada por palavras pessimistas.
Que a esperança nunca me pareça um "não"
que a gente teima em maquiná-lo de verde e
entendê-lo como um "sim".

Quero poder ter a liberdade de dizer o que
sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém
o quanto ele é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros.

Sem correr o risco de ferir uma ou mais
pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer as pessoas que
nada foi em vão que o amor existe, que vale
a pena se doar às amizades e às pessoas,
que a vida é bela sim,
e que eu sempre dei o melhor de mim,
valeu a pena...

(Mário Quintana)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Charlie Brown Jr. - Só os Loucos Sabem...


Agora eu sei exatamente o que fazer
Bom recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão, eu estava lá também
Um homem quando está em paz não quer guerra com ninguém
Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar e aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amor sem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião

E disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Disso os loucos sabem
Só os loucos sabem

Toda positividade eu desejo a você
Pois precisamos disso nos dias de luta
O medo segue os nossos sonhos
O medo segue os nossos sonhos
Menina linda, eu quero morar na sua rua

Você deixou saudade
Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez
Você deixou saudade

Agora eu sei exatamente o que fazer
Vou recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão, eu estava lá também
Um homem quando esta em paz não quer guerra com ninguém.

sábado, 12 de novembro de 2011

Black Eyed Peas... Where is The Love? // I Gotta a Feeling


People killing, people dying
Children hurt and you hear them crying
would you practice what you preach
or would you turn the other cheek

Father, Father, Father help us
send us some guidance from above
'Cause people got me, got me questioning
Where is the love (Love)

Where is the love (The love)
Where is the love (The love)
Where is the love
The love, the love...



I gotta feeling
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good, good night